O fundo investe em recebíveis imobiliários (CRIs) para financiar incorporadores regionais, com projetos residenciais em cidades como São Paulo (SP), Salvador (BA) e Porto Alegre (RS). O risco principal é o calote dos devedores e o atraso na execução das obras, dada a natureza arriscada da incorporação. Seu diferencial é o controle físico e financeiro rigoroso, usando minutas proprietárias e liberando recursos em tranches conforme o avanço das construções.