O fundo detém edifícios corporativos com mais de 90 mil m² em cidades como Brasília (DF), Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS), alugados para a Caixa Econômica Federal. O risco principal é ser monolocatário, com os contratos vencendo em 2030, concentrando a receita em um único inquilino e gerando incerteza na renovação. Seu diferencial é o modelo "sale and leaseback" com um banco público, garantindo previsibilidade e opção de recompra no fim do prazo.
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