O fundo investe em galpões industriais, detendo os condomínios Barão de Mauá, Centro Empresarial Atibaia, Complexo Gaia, Jundiaí I e II (SP) e Extrema (MG). O portfólio abriga inquilinos como MCassab, Solventum e Magna do Brasil, focados em saúde, automotivo e alimentos. O risco principal envolve a ciclicidade desses setores e a exposição a obras em andamento com entrega para 2026. Seu diferencial é o modelo de cidades industriais com infraestrutura para multinacionais.