O fundo investe em crédito oportunístico do agronegócio via CRAs e FIDCs de empresas como Bahia Etanol, Coruripe e Cedro Têxtil. Os devedores operam em bioenergia e combustíveis, concentrados em São Paulo, Minas Gerais e Bahia. O risco principal é o calote corporativo e a ciclicidade do setor sucroenergético, com contratos vencendo até 2030. Seu diferencial é a exigência de garantias reais, como fazendas e maquinários, em um veículo de prazo determinado.