O fundo financia o agronegócio via CRAs, CRIs e FIDCs, com devedores como Cocari, Cooxupé e UISA. Atua nos setores sucroenergético, cooperativas e grãos, concentrando operações no Mato Grosso, Minas Gerais e São Paulo. O risco principal é o calote dos emissores e a ciclicidade climática que afeta as safras. Como diferencial, o portfólio mescla crédito direto e fundos estruturados, pulverizando a exposição em diferentes elos da cadeia produtiva rural.
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