A Elemental Royalty Corporation opera como uma empresa de streaming e royalties de metais preciosos e básicos. O modelo de negócios da empresa expõe os investidores aos preços das commodities e às vantagens da exploração sem os custos diretos de capital, riscos operacionais ou passivos ambientais associados à mina. A Elemental Royalty gera receita adquirindo royalties ilimitados sobre minas produtoras e próximas, bem como gerando royalties orgânicos de projetos de exploração em estágio inicial. O portfólio global da empresa abrange mais de 200 ativos em mais de 20 países na América do Norte, América do Sul, Europa, Austrália e África. Seus principais ativos de produção incluem o Projeto Karlawinda Gold na Austrália, as minas de ouro Wahgnion e Bonikro na África Ocidental, a mina de cobre-molibdênio Caserones no Chile e a mina de ouro Timok na Sérvia. Embora o portfólio tenha forte exposição a metais preciosos, o portfólio também inclui alocações significativas em metais básicos essenciais, como cobre e prata, essenciais para as tendências globais de eletrificação. Formada pela fusão de 2025 da Elemental Altus Royalties e da EMX Royalty Corporation, a empresa combina aquisições de royalties com geração disciplinada de royalties. A Elemental Royalty não opera minas em si, mas faz parcerias com operadoras como Lundin Mining, Zijin Mining e Capricorn Metals. A empresa está sediada em Littleton, Colorado, e está listada na Bolsa de Valores de Toronto e na NASDAQ.
Quanto os investidores estão dispostos a pagar pelo patrimônio líquido da empresa (ativos - passivos). Deve ser utilizado com cautela, já que o patrimônio contábil das empresas acaba sendo muito distorcido. Referências: Abaixo de 1: a empresa está sendo negociada abaixo do quanto vale o seu patrimônio. Igual a 1: a empresa está sendo negociada no valor exato do seu patrimônio. Acima de 1: a empresa está sendo negociada acima do quanto vale o seu patrimônio.
Pode ser calculada de forma equivalente dividindo o valor de mercado pelo faturamento dos últimos 12 meses. Demonstra o quanto a empresa vale em relação a sua receita anual.
Segue a mesma lógica do indicador P/R, mas utilizando o EBITDA no lugar da receita líquida. Demonstra a relação entre o valor de mercado da empresa e o seu operacional.
É uma fórmula utilizada para comparar o valor de mercado de uma empresa com seu fluxo de caixa operacional e informa a quantidade de dinheiro que ela produz em relação ao preço da ação. Normalmente utilizado em empresas que geram caixa, mas que dão prejuízo contábil, dessa forma o FCO evita essa distorção, como, por exemplo, gastos com D&A sem efeito caixa.
É uma fórmula utilizada para comparar o valor de mercado de uma empresa com seu fluxo de caixa livre e informa a quantidade de dinheiro que ela realmente produz em relação ao preço da ação. É um indicador parecido com o P/FCO, mas como desconta o Capex do FCO acaba sendo uma métrica mais assertiva em relação a geração real de caixa da empresa.
Muito utilizado por investidores para verificar de forma simples se uma ação está cara ou barata, mas deve ser utilizado com muito cuidado, pois acaba tendo muitas distorções por causa do lucro líquido contábil. Demonstra em quanto anos o investidor provavelmente obterá o retorno do seu investimento de acordo com o lucro da empresa.
Valor patrimonial por ação da empresa. Muito famoso por ser utilizado no indicador P/VPA, mas que deve ser utilizado com cautela, já que o patrimônio contábil das empresas acaba sendo muito distorcido.
Demonstra o lucro líquido da empresa por ação. É um importante indicador para analisar a geração de valor real para o sócio, principalmente em empresas cuja a recompra de ações é comum.
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