A Whitehawk Minerals Corp. é uma empresa independente de energia que se dedica principalmente à aquisição e gestão de participações minerais e de royalties em propriedades de gás natural e petróleo nos EUA. A estratégia central da empresa é construir um portfólio diversificado de ativos minerais e de royalties de alta qualidade em áreas de recursos não convencionais, visando especificamente a Bacia dos Apalaches (Marcellus e Utica Shales) e Haynesville Shale. Ao contrário das empresas tradicionais de exploração e produção, a Whitehawk não opera as propriedades nem suporta os custos associados à perfuração ou operação de poços. Em vez disso, recebe royalties de operadoras terceirizadas que desenvolvem os recursos. Esse modelo de negócios permite que a empresa se beneficie do crescimento da produção e do preço das commodities, minimizando gastos e riscos operacionais. A Whitehawk foca em ativos com potencial de produção de longo prazo e infraestrutura estabelecida, visando fornecer fluxo de caixa sustentável e valor aos acionistas por meio de gestão disciplinada e aquisições estratégicas nas principais regiões produtoras de gás natural. Ao focar no “topo do capital” por meio da propriedade mineral, a empresa se posiciona para obter receita com o desenvolvimento de alguns dos reservatórios de gás natural mais econômicos da América do Norte.
Quanto os investidores estão dispostos a pagar pelo patrimônio líquido da empresa (ativos - passivos). Deve ser utilizado com cautela, já que o patrimônio contábil das empresas acaba sendo muito distorcido. Referências: Abaixo de 1: a empresa está sendo negociada abaixo do quanto vale o seu patrimônio. Igual a 1: a empresa está sendo negociada no valor exato do seu patrimônio. Acima de 1: a empresa está sendo negociada acima do quanto vale o seu patrimônio.
Pode ser calculada de forma equivalente dividindo o valor de mercado pelo faturamento dos últimos 12 meses. Demonstra o quanto a empresa vale em relação a sua receita anual.
Segue a mesma lógica do indicador P/R, mas utilizando o EBITDA no lugar da receita líquida. Demonstra a relação entre o valor de mercado da empresa e o seu operacional.
É uma fórmula utilizada para comparar o valor de mercado de uma empresa com seu fluxo de caixa operacional e informa a quantidade de dinheiro que ela produz em relação ao preço da ação. Normalmente utilizado em empresas que geram caixa, mas que dão prejuízo contábil, dessa forma o FCO evita essa distorção, como, por exemplo, gastos com D&A sem efeito caixa.
É uma fórmula utilizada para comparar o valor de mercado de uma empresa com seu fluxo de caixa livre e informa a quantidade de dinheiro que ela realmente produz em relação ao preço da ação. É um indicador parecido com o P/FCO, mas como desconta o Capex do FCO acaba sendo uma métrica mais assertiva em relação a geração real de caixa da empresa.
Muito utilizado por investidores para verificar de forma simples se uma ação está cara ou barata, mas deve ser utilizado com muito cuidado, pois acaba tendo muitas distorções por causa do lucro líquido contábil. Demonstra em quanto anos o investidor provavelmente obterá o retorno do seu investimento de acordo com o lucro da empresa.
Valor patrimonial por ação da empresa. Muito famoso por ser utilizado no indicador P/VPA, mas que deve ser utilizado com cautela, já que o patrimônio contábil das empresas acaba sendo muito distorcido.
Demonstra o lucro líquido da empresa por ação. É um importante indicador para analisar a geração de valor real para o sócio, principalmente em empresas cuja a recompra de ações é comum.
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