

AÇÕES
⚠️ Assaí arquiva formulário na SEC para cancelamento de seu registro nos EUA → Link
⚠️ Azul encerra sua oferta pública com a emissão de 1,4 trilhão de ações → Link
⚠️ Azul converte ações PNs em ONs e seu novo capital social é de 591,9 trilhões de ações, com novo ticker na Bolsa AZUL53 → Link
⚠️ Brava informa contrato de US$ 450 milhões para a aquisição de 50% de participação nos campos de Tartaruga Verde e Espadarte → Link
⚠️ CIABRASF informou a liquidação extrajudicial de sua ex-subsidiária CBSF DTVM → Link
⚠️ CSN aprova o início de um projeto de alienação de ativos com o objetivo de desalavancar entre R$ 15 e R$ 18 bilhões → Link
⚠️ Gafisa aprovou a homologação de aumento de capital de 3,2% no valor total de R$ 69,8 milhões → Link
⚠️ Gol divulga laudo de avaliação com valor de mercado de aproximadamente R$ 10 bilhões e OPA de fechamento de capital prevista para as próximas semanas → Link
⚠️ Infracommerce aprovou aumento de capital de R$ 11,7 milhões (+11,5%) para a capitalização de créditos em decorrência do resgate de notas comerciais → Link
⚠️ Moura Dubeux protocolou pedido de oferta pública primária de até R$ 500 milhões para fortalecer sua estrutura de capital e expansão → Link
⚠️ Neogrid anunciou a suspensão de sua OPA de R$ 29,00 por ação após pedido de acionista para a realização de nova avaliação → Link
⚠️ Pettenati apresentou pedido de registro de OPA para fechamento de capital com preço definido de R$ 8,75 por ação → Link
⚠️ São Martinho aprovou a incorporação de sua subsidiária integral Nova Egito Agrícola para a racionalização de custos → Link
FUNDOS IMOBILIÁRIOS
⚠️ HGRE divulga reavaliação anual de ativos com redução de 5,50% em relação ao valor contábil → Link
⚠️ PATL divulga reavaliação anual de ativos com redução de 8,10% em relação ao valor contábil → Link
⚠️ RBFF comunica alteração do ticker para RBFM11 e nome de pregão para FII RIOB MT a partir de 23 de janeiro de 2026 → Link
⚠️ RBFF aprovou desdobramento de cotas na proporção de 1:5 com data de corte em 15 de janeiro de 2026 → Link
⚠️ RZAG comunica pedido de recuperação judicial do Grupo Uniggel e informa reserva de R$ 12,5 milhões para mitigação de riscos → Link
⚠️ SPTW divulga reavaliação anual de ativos com redução de 8,15% em relação ao valor contábil → Link
⚠️ TVRI vendeu 1 ativo em Toledo/PR pelo valor total de R$ 13 milhões → Link
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COMENTÁRIOS
🚀 Bora pra primeira Live do ano comigo na próxima segunda, dia 19/01, às 20h no YouTube! Quais foram os principais aprendizados e acontecimentos em 2025 e o que podemos esperar pra Bolsa em 2026? Será que o IBOV chega a 200 mil pontos? Fiz um resumão que vou compartilhar com você durante a Live, além de mostrar também as principais mudanças que fizemos no Fundamentei nas últimas semanas. Então não perca: clique aqui e defina já o lembrete pra não perder!

🤯 Acho que eu nunca vi nada parecido com isso em 15 anos de Bolsa! 591 trilhões de ações é algo tão bizarro que conseguiu superar a Gol, que já fez um rolo do cacete no ano passado com GOLL54 (agrupando 1.000 ações GOLL4) chegando a 9 trilhões de ações, e também Americanas após o aporte bilionário em 2024 aumentando a base acionária em mais de 2.000% (de 9 milhões pra 200 milhões de ações). Mais um pouco e acho que ela seria a primeira empresa no mundo a ter 1 quatrilhão de ações! Que loucura... e o mais louco é ver mais de 100 mil investidores numa tranqueira dessa.

💣 GOLL54 chegou a subir 60% na semana com a notícia desse laudo, fazendo as ações saírem de R$ 6 pros R$ 10 informados que serão base pro seu fechamento de capital. Já vai tarde... é outra que fico triste de ver quase 100 mil investidores se iludindo achando que um dia ela ia se recuperar. Deu no que deu: mega diluições e uma cotação cada vez menor. Quanto menos tranqueiras como ela e Azul na Bolsa, melhor pra todos, inclusive pra gente aqui no Fundamentei que tem que ficar fazendo gambiarra no código pra ficar calculando o valor de mercado delas. rsrs

🤦♂️ Caso bem curioso da CIABRASF, já que a DTVM quebrou e tinha uns R$300 bilhões em ativos sob custódia. Apesar da quebra da corretora, os ativos ficam protegidos, segue uma explicação enxuta: “A CBSF DTVM (ex-Reag) detinha cerca de R$ 300 bilhões sob custódia e administração, distribuídos em mais de 500 fundos. O ponto crucial é que, no Brasil, existe a segregação patrimonial: o dinheiro dos fundos não pertence à DTVM, mas aos cotistas. Com a liquidação extrajudicial, esses ativos não entram na “massa falida” para pagar dívidas da empresa. O que acontece agora é um processo de migração forçada. Os fundos permanecem ativos, mas com as operações congeladas até que assembleias de cotistas escolham novas instituições para assumir a administração e custódia. Como a DTVM era pequena perto do volume que geria, o risco é operacional e reputacional, especialmente pelas investigações de lavagem de dinheiro, mas o patrimônio dos investidores legítimos está juridicamente protegido.” É um rolo que não acaba mais, misturando B3, CVM, Banco Central e até polícia...

👏 Gostei desse movimento da CSN em desalavancar e focar só os ativos core da empresa. Numa empresa cíclica como ela, não adianta ficar atirando pra tudo quanto é lado, com foco “laser” no próprio negócio já é difícil, imagina comprando coisas que não têm nada a ver com o setor dela ou que não têm a mesma rentabilidade do negócio principal. Empresa de commodity geralmente se enrola na dívida, principalmente em períodos de baixa, que podem durar 5 anos... 10 anos... então quanto mais enxuta a empresa for, melhor ela tende a passar por esses períodos. Vamos ver se ela vai conseguir, pois até agora a geração de valor pro acionista nos últimos 20 anos foi nula.

🔒 Acredito eu que em praticamente todas as operações de CRIs e CRAs da maioria dos FIIs de papel, como o RZAG11, há uma garantia real por trás, seja o imóvel ou a terra, o que pelo menos diminui o risco do fundo perder todo o valor envolvido na operação. Segue um exemplo do que o fundo divulgou no fato relevante: “As operações detidas pelo Fundo contam com estruturas de garantias distintas, incluindo garantias reais constituídas por meio de alienação fiduciária de imóveis rurais, o que, em linha com a legislação aplicável, confere caráter extraconcursal aos respectivos créditos, não se sujeitando, portanto, aos efeitos da Recuperação Judicial.” Resumindo: se o Grupo Uniggel não pagar, o fundo pode retomar essas terras de forma muito mais rápida, sem precisar de uma autorização judicial demorada.

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