

⚠️ Axia resgata 576.923 ações PNCs a R$ 52/ação (R$ 30 mi), com opção de conversão 1:1 em ordinárias até 29/jun → Link
⚠️ Azevedo & Travassos Energia incorpora Andorinha Energia e amplia portfólio com 12 campos de petróleo → Link
⚠️ Brava tem aquisição de controle pela Ecopetrol aprovada pelo CADE sem restrições → Link
⚠️ Brava recebe pedido de arbitragem da Westlawn sobre direito de preferência no Campo de Atlanta → Link
⚠️ Cosan firma contrato para venda de ativos agrícolas do Radar por R$ 1,85 bi (~R$ 586 mi referentes à Cosan) → Link
⚠️ Estrela tem recuperação judicial deferida, abrangendo 8 empresas do grupo → Link
⚠️ Grupo Toky tem recuperação judicial deferida → Link
⚠️ Neogrid fica com apenas 6,83% do capital em circulação após Dalpe comprar mais 4,07% pós-OPA → Link
⚠️ Oi não recebe propostas no leilão judicial da UPI Oi Soluções → Link
⚠️ Oncoclínicas convoca debenturistas para reestruturação da dívida com possível recuperação extrajudicial → Link
⚠️ Telefônica quer aprovar a incorporação da Fibrasil Infraestrutura e Fibra Ótica em AGE convocada para 31 de julho → Link
⚠️ BTRA11 vence ação judicial e confirma direito de propriedade sobre a Fazenda JR → Link
⚠️ PMLL11 conclui aquisição das cotas do RBR Malls por R$ 385 mi e passa a deter portfólio de 3 shoppings em SP → Link
⚠️ RNGO11 celebra nova locação no CA Rio Negro (339 m²) e reduz vacância para 15,21% → Link
⚠️ SNEL11 aprova 5ª emissão de cotas de até R$ 1,84 bi a R$ 8,32/cota (4% acima do VP) → Link
⚠️ TRXF11 firma contrato para aquisição do Dynamic Faria Lima (100% locado ao IBMEC) por R$ 130 mi → Link
⚠️ TRXF11 firma contrato BTS para construção de CD last-mile em Osório/RS com e-commerce por ~R$ 15,4 mi → Link
⚠️ TVRI11 vende Agência Florianópolis (5.722 m²) por R$ 37,8 mi → Link
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🤦♂️ Terceira recuperação judicial em duas décadas. Sabe o que isso significa? Que a Estrela (ESTR3) virou uma empresa que sobrevive de prazo em prazo, não de produto em produto. Com R$ 24 mi de prejuízo em 2024, dívida de R$ 109 mi e valor de mercado de míseros R$ 42 mi — menos da metade do que deve —, a situação tá longe de qualquer luz no fim do túnel. O mercado de brinquedos físicos vem perdendo espaço pras telas há anos e a empresa nunca encontrou uma saída. E não é caso único: em 2025 o Brasil bateu recorde histórico de recuperações judiciais com mais de 5.600 empresas, mais de 100 por mês, num ambiente de Selic alta e crédito caro. Na tabela do Fundamentei dá pra ver o histórico de prejuízos acumulados da Estrela e entender que esse desfecho não era surpresa pra ninguém.

💣 Na mesma onda de recuperações que engoliu a Estrela, temos o Grupo Toky (TOKY3) — dono da Tok&Stok e da Mobly — com uma conta maior: R$ 1,12 bilhão em dívidas. No primeiro trimestre de 2026 a empresa ainda registrou prejuízo de R$ 55 mi. São 63 lojas e mais de 2.200 funcionários vendendo sofá e prateleira num momento em que o consumidor tá endividado e o crédito, caro. A Mobly, que também integra o grupo, já havia protagonizado um fiasco recente: emissão de debêntures de R$ 500 mi que captou apenas R$ 12 mil da meta — sim, doze mil. A Alvarez & Marsal foi contratada pra ajudar na reestruturação, mas reorganizar R$ 1 bi de dívida nesse cenário macro é uma missão durona. Fundamentos no Fundamentei já contavam essa história faz tempo.

🔥 Uma das histórias mais trágicas do ano na bolsa. O prejuízo da Oncoclínicas (ONCO3) saltou de R$ 717 mi em 2024 para R$ 3,6 bilhões em 2025, parte por causa do Banco Master: a empresa aplicou recursos no banco, o banco foi liquidado, e quem ficou com a conta foi o acionista — cerca de R$ 430 mi queimados. Hoje são R$ 124 mi em caixa contra R$ 3,4 bi em dívidas de curto prazo. Uma equação impossível. Isso mostra que mesmo empresas grandes tomam decisões financeiras ruins, e governança não é detalhe. No Fundamentei, com um histórico de resultados sem consistência já visível na tabela, você descartaria essa empresa em segundos — antes de qualquer catástrofe. A assembleia de debenturistas em 6 de julho vai definir o caminho: reestruturação ou recuperação extrajudicial.

📞 Nem vender os ativos a Oi (OIBR3) consegue mais. A empresa tentou leiloar a UPI Oi Soluções por R$ 1,4 bilhão — cinco empresas qualificadas: Vivo, Claro, TIM, V.tal e Sercomtel — e nenhuma deu uma proposta sequer. Zero. O ativo perdeu metade da receita em apenas um ano e o preço pedido era visto como fora da realidade pelo mercado. Vale lembrar: a falência já foi decretada em novembro de 2025, mas segue suspensa por recursos de Bradesco e Itaú. Por aqui já comentamos a Oi várias vezes, sempre com o mesmo veredito: a situação é gravíssima e sem saída à vista. Já estamos no 1T26, quase 2T26, e a empresa não divulgou nem o 3T25 ainda.

🚜 Esse foi um rolo e tanto pra quem acompanha o BTRA11 há alguns anos. A Fazenda JR, de 1.600 hectares em Campo Verde (MT), adquirida pelo fundo por R$ 70 mi, estava sendo ocupada irregularmente pela Felícia — empresa que alegava ter comprado o imóvel em 2016 dos antigos donos, numa transação que sequer constava na matrícula. O BTG chegou a registrar ocorrência na polícia por danos e precisou arrestar judicialmente lavoura, grãos e máquinas da ocupante. Agora, com decisão unânime do TJ/MT mantendo a sentença favorável ao fundo, a Fazenda JR volta ao patrimônio do BTRA com direito a indenização e mais R$ 7 mi em honorários pagos pela Felícia. Era a última disputa judicial do fundo — finalmente encerrada.

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