

⚠️ Altona aprova aumento de capital de até R$ 8,9 mi via subscrição privada → Link
⚠️ Armac adquire 100% da Escad (locadora de linha amarela) por R$ 63 mi, sujeito à aprovação do CADE → Link
⚠️ Axia Energia aprova até R$ 4 bi para resgate de ações preferenciais (PNC) ao longo de 2026 → Link
⚠️ Azevedo & Travassos aprova aumento de capital de pelo menos R$ 55 mi via subscrição privada → Link
⚠️ Bradsaúde (ex-Odontoprev) conclui incorporação das ações da Bradesco Gestão de Saúde e confirma fechamento da operação → Link
⚠️ Bradesco eleva participação na Bradsaúde de 53,61% para 91,35% como resultado da incorporação das ações da BGS → Link
⚠️ BRF fecha joint venture com fundo soberano saudita (PIF) e passa a deter 90% da Sadia Halal, holding de distribuição halal no Oriente Médio → Link
⚠️ Brisanet vence leilão de 700 MHz da Anatel (Lotes A2 e A3) por R$ 8,1 mi, com cobertura no Nordeste e Centro-Oeste → Link
⚠️ Compass conclui follow-on com preço fixado em R$ 28/ação, totalizando R$ 2,824 bi → Link
⚠️ EMAE recebe edital da OPA lançada pela Sabesp para aquisição da totalidade das ações ordinárias, com leilão até 27 de maio → Link
⚠️ Enjoei aprova redução de capital de R$ 384,76 mi para absorção de prejuízos acumulados, sem cancelamento de ações → Link
⚠️ GPA assina plano de recuperação extrajudicial com 57,49% dos credores, cobrindo dívida de R$ 4,568 bi → Link
⚠️ Grupo Toky aprova grupamento de ações na proporção de 4:1 → Link
⚠️ Infracommerce homologa aumento de capital de R$ 4,76 mi para capitalização de créditos dos antigos sócios da Ecomsur → Link
⚠️ Infracommerce convoca AGE para deliberar sobre redução de capital de R$ 667,6 mi para absorção de prejuízos e grupamento de ações → Link
⚠️ Log firma contrato para venda de portfólio de 11 ativos logísticos para fundo Itaú Asset por R$ 1,02 bi → Link
⚠️ Motiva informa que Grupo Mover, atual acionista majoritário, pretende alienar 14,86% do capital após oferta vinculante do Bradesco BBI → Link
⚠️ Espaçolaser aprova grupamento de ações na proporção de 10:1 → Link
⚠️ Multiplan reconhece R$ 253 mi em créditos tributários de PIS/COFINS após revisão de metodologia de apropriação → Link
⚠️ Neoenergia aprova resgate compulsório da totalidade das ações em circulação a R$ 34,02/ação para sair do Novo Mercado → Link
⚠️ Oi tem edital judicial publicado para alienação da UPI Oi Soluções (negócios B2B), com abertura de propostas em 17 de junho → Link
⚠️ OranjeBTC aprova 3ª emissão de debêntures de até R$ 210 mi com garantia real em Bitcoin, subscrita privadamente pela Itaú Asset → Link
⚠️ Petrobras adquire porção do ring-fence de Jubarte de Brava/Shell/ONGC por R$ 700 mi + US$ 150 mi e passa a deter 98,11% da jazida → Link
⚠️ Pettenati conclui leilão da OPA a R$ 8,84/ação (R$ 214,4 mi) para fechar seu capital na B3 → Link
⚠️ Rossi assina acordos para encerrar definitivamente 7 litígios societários em arbitragem na Câmara de Arbitragem do Mercado → Link
⚠️ Sabesp aprova desdobramento de ações na proporção 1:5 → Link
⚠️ São Carlos vende portfólio de 4 imóveis de escritório por R$ 735 mi (18,5% abaixo do NAV - Net Asset Value) → Link
⚠️ São Martinho aprova 9ª emissão de debêntures de R$ 1,1 bi → Link
⚠️ Sequoia repactua 7ª emissão de debêntures com carência total de juros e principal até fevereiro de 2031 → Link
⚠️ TC obtém opção de compra de 49,90% da Economatica por R$ 7,14 mi, exercível até dezembro de 2026 → Link
⚠️ Unifique confirma que aquisição da Amazônia 5G exigirá ratificação em AGE com direito de recesso aos dissidentes → Link
⚠️ Unifique vence leilão de 700 MHz da Anatel e arrematará o Lote A4 de frequências → Link
⚠️ Viver aprova grupamento de ações na proporção de 10:1 para adequar cotação ao mínimo exigido pela B3 → Link
⚠️ GGRC adquire galpão logístico locado à Braspark por R$ 192,3 mi → Link
⚠️ HCTR remarca ativos com variação negativa de 6,54% no patrimônio líquido com base em nova metodologia de marcação a mercado → Link
⚠️ HGBS adquire participação indireta adicional de 14,4% no Shopping Parque Dom Pedro por R$ 401,7 mi e passa a deter 21,7% → Link
⚠️ HGLG conclui aquisição de 4 galpões logísticos do PATL11 em SP, MG e RJ por R$ 354,9 mi → Link
⚠️ HGLG adquire participação remanescente de 10% nos galpões G100 e G200 em Simões Filho/BA por R$ 79,2 mi → Link
⚠️ HGPO recebe 2ª e última parcela da venda dos edifícios Metropolitan e Platinum por R$ 278,2 mi, com lucro de R$ 111,18/cota → Link
⚠️ HSML firma pré-acordo para venda de 19% do Shopping Pátio Maceió por R$ 143,5 mi (cap rate 7,9%) → Link
⚠️ JGPX registra inadimplência da Lavoro em CRA com vencimento antecipado e remarcação a 50%, impacto de 3,52% do PL → Link
⚠️ PMLL firma pré-acordo para compra de 13,33% do Shopping Curitiba por R$ 54 mi → Link
⚠️ RBVA adquire portfólio de 3 imóveis em SP e RJ por R$ 111,6 mi com cap rate consolidado de 11% → Link
⚠️ RZTR readequa contratos da Fazenda San Francisco II, substituindo parcialmente a Úbere pelo Grupo Agro Gerações, sem impacto em resultados → Link
⚠️ VIUR firma pré-acordo para venda do imóvel FACAMP em Campinas por R$ 35 mi, último ativo do portfólio → Link
⚠️ XPML vende 30% do Shops Jardins para o JCCJ11 por R$ 20 mi → Link
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🏥 Quem tinha Odontoprev acordou com um ativo completamente diferente na carteira — e com um ticker novo. A Bradsaúde (SAUD3) após incorporar a Bradesco Gestão de Saúde, e o negócio mudou de patamar: R$ 52 bilhões de receita combinada, 13 milhões de beneficiários, odontologia mais planos de saúde mais hospitais num só produto. O Bradesco (BBDC4), que já era controlador com 53%, pulou para 91,35%, deixando os minoritários com menos de 9% de uma empresa que virou basicamente uma subsidiária listada do banco. Para o acionista do Bradesco é positivo: toda a operação de saúde consolidada com escala enorme e visibilidade na bolsa. Para quem tinha ODPV3, a empresa mudou de DNA — de líder independente em odontologia para holding de saúde no ecossistema do banco. Bem diferente. Até o 1T26 ainda era o resultado da Odontoprev na tabela do Fundamentei, mas a partir do 2T26 tudo muda e o histórico não vai servir pra muita coisa…

📈 Depois de quase 5 anos de jejum, a B3 voltou a ter um IPO relevante com a estreia da Compass (PASS3), dona da Comgás, a maior distribuidora de gás do Brasil. Mas tem um detalhe que pouca gente percebe: a oferta foi 100% secundária. A empresa não captou R$ 1. Quem embolsou os R$ 3,2 bilhões foram os acionistas vendedores — Cosan, fundos da Atmos, BTG e Bradesco Previdência, que aproveitaram a janela para saírem de parte da posição. O preço foi fixado no piso da faixa indicativa (R$ 28), o que indica que a demanda foi suficiente para a oferta sair, mas longe de entusiasmo. Uma estreia histórica depois de tanto tempo parado, mas fria. Agora a Compass entra no jogo das empresas listadas de verdade — com todas as obrigações de transparência que isso implica. Dia 13/05 sai o 1T26 e você já poderá conferir os resultados no Fundamentei.

🧹 Quando uma empresa acumula prejuízo, esse rombo aparece no balanço como um “buraco” no patrimônio líquido. A redução de capital para absorção de prejuízos é basicamente um apagador contábil: a empresa diminui o capital social no papel para zerar esse buraco, sem que nenhum real saia ou entre. Não muda o caixa, não cancela ações. Pensa assim: você anotou que tem R$ 1 milhão numa caderneta, gastou R$ 384 mil e agora risca o número velho para colocar o saldo certo. Pura faxina contábil. Esta semana tivemos dois casos: Enjoei (ENJU3) eliminando R$ 384 mi de prejuízo acumulado e Infracommerce (IFCM3) propondo engolir R$ 667 mi junto com um grupamento de ações. Nos dois casos, o tamanho do rombo empilhado ao longo dos anos dá pra ver claramente no Fundamentei.

💰 Crédito tributário não é dinheiro entrando na conta — mas é quase isso. A Multiplan (MULT3) reconheceu R$ 253 mi em créditos de PIS e COFINS, que são impostos federais cobrados sobre a receita das empresas. A lógica: a lei permite que certos gastos com obras e investimentos imobiliários gerem crédito contra esses impostos — tipo um desconto acumulado para abater no futuro. Na prática, a Multiplan estava recolhendo mais do que precisava durante anos e agora corrigiu a metodologia para capturar esse benefício. A partir do 2T26, esses R$ 253 mi vão abater o que a empresa pagaria de PIS e COFINS nos próximos trimestres. Não entra no caixa hoje, mas vai aparecer como menos imposto pago — e isso infla o lucro. Boa notícia, mas é ajuste contábil, não é crescimento do negócio.

₿ Sim, é exatamente isso que está acontecendo! A OranjeBTC (OBTC3) emite dívida e usa o dinheiro para acumular Bitcoin — é a estratégia do MicroStrategy americana transplantada para o Brasil. A empresa já carrega mais de 3.700 BTC no balanço e agora levanta mais R$ 210 mi em debêntures com o próprio Bitcoin como garantia real. Quem bancou? O Itaú Asset — o que diz bastante sobre como o mercado institucional tá enxergando cripto hoje. A taxa: CDI mais 1,85% com principal corrigido pelo dólar. O risco é claro: se o Bitcoin derrubar forte, o colateral desvaloriza, mas a dívida fica intacta. É uma aposta alavancada — funciona muito bem quando o Bitcoin sobe, e quando não sobe, bem, daí vira outra conversa. Desde o IPO em 10/2025, a ação já caiu mais de 70%, uma beleza.

💣 De R$ 81 para R$ 41 em dois pregões e agora tá R$30 (-62%). O CACR11 desabou mais de 50% depois que a Cartesia anunciou a suspensão total dos rendimentos de abril — sem nenhum aviso no relatório anterior. Os cotistas foram pegos de surpresa num fundo que tinha R$ 1,24/cota em caixa, mas optou por segurar tudo para bancar obras de incorporadores enrolados com juros altos, custo de construção nas alturas e aprovações travadas na Bahia e em SP. Detalhe que vai machucar mais: o CACR11 era, proporcionalmente, o FII com a maior posição vendida do mercado inteiro — a turma já estava desconfiada há muito tempo. Fundos de recebíveis imobiliários precisam de emissões constantes para se sustentar; quando o mercado fecha a torneira, a distribuição é a primeira a cair. Cuidado com FIIs de papel!

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