

⚠️ Alliança Saúde capta linha emergencial de R$ 76 mi em debêntures (CDI+12%) via subsidiária para reforçar caixa em reestruturação → Link
⚠️ Axia Energia migra para o Novo Mercado com conversão das ações preferenciais A1 e B1 em ON (1,1:1) a partir de junho/2026 → Link
⚠️ Azevedo & Travassos recebe autorização da ANTT para iniciar cobrança de pedágio free flow nos 7 pórticos da concessão Rota Verde Goiás (BR-060/BR-452) → Link
⚠️ Azul conclui entrega dos bônus de subscrição (3 séries) e aprova emissão de até 6,93 mi de bônus adicionais para cumprir compromissos do Chapter 11 → Link
⚠️ Copasa recebe autorização do TCE-MG para prosseguir com a oferta pública de desestatização → Link
⚠️ Copasa protocola na CVM oferta pública secundária de até 171 mi de ações do Estado de Minas Gerais (até 50,03% do capital) → Link
⚠️ EMAE adia divulgação do ITR 1T2026 para até 31 de maio de 2026 → Link
⚠️ Energisa vende e TAESA adquire 5 ativos de transmissão em GO, PA e TO por R$ 1,545 bi (RAP de R$ 291 mi/ano) → Link
⚠️ Estrela entra com pedido de recuperação judicial → Link
⚠️ Even informa que Nova Milano Investimentos passa a deter 50,06% do capital votante → Link
⚠️ Fictor Alimentos adia divulgação do ITR 1T2026 em decorrência da recuperação judicial da Fictor Holding → Link
⚠️ JSL tem 5% do capital alienado pela Simpar para BNDESPAR por R$ 88,7 mi (R$ 6,22/ação) → Link
⚠️ Rossi Residencial tem registro de companhia aberta suspenso pela CVM por atraso superior a 12 meses no ITR 1T25 → Link
⚠️ Sequoia repactua 7ª emissão de debêntures (R$ 24,2 mi) com carência de pagamentos até fev/2031 e vencimento em 2036 → Link
⚠️ Sequoia adia divulgação das DFs 2025 para até 28 de maio e do ITR 1T26 para 30 de junho de 2026 → Link
⚠️ Vamos conclui aumento de capital de R$ 600 mi com emissão de 155,8 mi de ações a R$ 3,85, subscrito em 100% → Link
⚠️ CNES recebe notificação de desocupação parcial de dois andares no CENESP; impacto estimado de ~22% na receita do fundo → Link
⚠️ HGBS vende 18,4% do I Fashion Outlet Novo Hamburgo por R$ 63,4mi (29,4% acima do laudo) com lucro de R$ 0,33/cota → Link
⚠️ HGPO aprova dissolução e liquidação do fundo; negociação na B3 encerra em 25/05 e amortização prevista para 08/07 → Link
⚠️ HGRU firma contrato para venda de imóvel em Concórdia/SC por R$ 4,9mi (33,4% acima do custo), TIR de 38,4% a.a. → Link
⚠️ MANA conclui investimento no Grand Pulse Jundiaí (MCMV) com TIR realizada de 58,6% a.a. (453% CDI) e rendimento de R$ 0,159/cota → Link
⚠️ RBVA conclui aquisição de 100% do imóvel Portobello Gabriel no Jardim América/SP por R$ 81mi, cap rate 8% e contrato BTS de 20 anos → Link
⚠️ RECT recebe notificação de devolução de um conjunto no Canopus Corporate Alphaville (Barueri/SP); vacância passa a 9,59% → Link
⚠️ TEPP aprova 5ª emissão de ~12,4mi de cotas a R$ 9,69/cota (no VP), no montante de R$ 120mi → Link
⚠️ VIUR encerra leilão das frações de cotas resultantes da relação de troca com TRXF11, apurando R$ 90,57/cota; reembolso em 28/05 → Link
⚠️ XPLG rerratifica FR de aquisição de portfólio logístico por ~R$ 919mi para ajustar denominações de dois CDs em Jundiaí/SP → Link
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💧 Maior privatização do saneamento brasileiro em andamento. O Governo de Minas Gerais quer vender sua participação de ~50% na Copasa (CSMG3) numa oferta secundária de 171 mi de ações, operação que pode movimentar de R$ 9 bi a R$ 10 bi dependendo da demanda. O TCE-MG liberou o processo em 18 de maio com exigências de monitoramento social — mas pode paralisar tudo se encontrar irregularidade. Políticos já foram ao STF questionar a falta de referendo popular, e o sindicato dos trabalhadores também contestou. O preço será definido em 2 de junho e as negociações começam em 5 de junho. Pra quem gosta de empresa de saneamento, muda bastante a tese: sai o controlador estatal e entra a lógica de eficiência privada. Vamos ver se vai melhorar ou piorar, por enquanto vem bem…

🔄 A migração de empresas com ações PN para o Novo Mercado sempre gera o mesmo debate: a relação de conversão foi justa? A Axia Energia (AXIA3) vai converter as preferenciais A1 e B1 em ordinárias numa proporção de 1,1:1 — quem tinha 1 ação PN recebe 1,1 ON. Na prática, o detentor de PN perde a prioridade em dividendos, mas ganha 10% a mais de ações com direito a voto. Em conversões históricas de 1:1 — como a Embraer em 2013, quando acionistas preferencialistas reclamaram que entregaram vantagem sem receber nada em troca. Lembro que Vale em 2017 quando foi pro Novo Mercado reclamaram da conversão. Ambev em 2004 foi um caso clássico também. Na Axia, o prêmio de 10% parece uma tentativa de amenizar esse atrito. As PNC (classe C, AXIA7) continuam existindo e podem ser convertidas em ONs ou resgatadas até 2031.

🔥 Quando a empresa admite que o caixa está “praticamente zerado”, você imagina que ninguém mais empresta dinheiro pra ela. Mas alguém emprestou — e cobrou caro. A Alliança Saúde (AALR3) captou R$ 76 mi via subsidiária Cura, com juros de CDI+12% ao ano e retorno mínimo garantido de 1,45x o valor aportado. Isso não é crédito corporativo normal, é dinheiro de credor especializado em empresa quase falida. O cenário: R$ 124 mi em caixa no fim de setembro contra R$ 545 mi de dívida total, Fitch rebaixando o rating para CCC+ (um nível acima do calote), controle mudando de mãos para o fundo Tessai em março, e uma ação cautelar suspendendo cobranças enquanto tenta reestruturar. Situação crítica! Quem usa o Fundamentei, olha os dados e descarta em 3 segundos…

💣 Nem o Banco Imobiliário salvou. A Estrela (ESTR4) entrou com seu terceiro pedido de recuperação judicial em menos de duas décadas. O endividamento total do grupo chega a R$ 537 mi, os prejuízos acumulados passam de R$ 639 mi e o valor de mercado da empresa não chega a R$ 30 mi. A história é de erosão lenta: nos anos 90 a abertura do mercado derrubou o brinquedo nacional, depois vieram o fim das parcerias com Mattel e Hasbro, e agora as crianças trocaram o Genius pelo celular. Em setembro de 2025 a empresa ainda conseguiu renegociar R$ 747 mi em dívida tributária com a PGFN — não foi suficiente. São décadas dando prejuízo, difícil enxergar saída.

📉 Muita gente se pergunta por que a Rossi (RSID3) perdeu o registro de companhia aberta enquanto outras empresas em recuperação judicial também atrasam balanços e continuam negociando. A resposta é simples: o gatilho da CVM é 12 meses de atraso. Quem está em RJ e não entrega os balanços, mas ainda não completou esse prazo, continua com as ações negociadas normalmente. A Rossi atrasou o ITR do 1T25 por mais de 12 meses seguidos, cruzou o limite e levou a suspensão junto com outras três empresas na mesma situação: 2W Ecobank, Santanense e Teka. Com o registro suspenso, as ações não podem ser negociadas em nenhum mercado regulado, incluindo a B3. A Rossi diz que entrega o ITR até 29 de maio. Veremos, mas pela situação atual da empresa, sinto cheiro de falência.

👋 Poucos fundos imobiliários tiveram uma vida tão simples e tão lucrativa ao mesmo tempo. O HGPO nasceu em 2010 com dois edifícios corporativos em São Paulo — o Metropolitan e o Platinum, próximos à Marginal Pinheiros — e nunca precisou de mais nada além disso. Entregou +900% de retorno ajustado por proventos desde o IPO, equivalente a 16% ao ano. Agora vai fechar as portas: os cotistas aprovaram a liquidação, a negociação na B3 encerra em 25 de maio e a amortização está prevista para 08 de julho. Com ~8,2 mil investidores e um PL de R$ 273 mi, é o fim de uma das histórias mais tranquilas do mercado de FIIs. O gráfico de Cotação vs Rendimento/Cota no Fundamentei conta tudo.

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